A necrópole do Paranho
Em setembro de 1917, José Coelho fez uma das maiores descobertas arqueológicas de sua carreira: a Necrópole do Paranho. Situado perto da aldeia de Molelos, no concelho de Tondela, tornou-se num dos cemitérios mais enigmáticos do final da Idade do Bronze da Península Ibérica. Este cemitério era constituído por um conjunto de seis caixas (cistas) feitas com pedras de xisto, no interior das quais foram depositadas as cinzas e urnas resultantes da incineração dos corpos. Esses trilhos foram inseridos em um recinto circular, composto por lajes colocadas na parte superior.
O trabalho arqueológico foi realizado com tal rigor que, passados 80 anos, as amostras por ele recolhidas puderam ser analisadas em modernos laboratórios, permitindo, por exemplo, saber que as temperaturas atingidas na combustão variaram entre 400 ° C e 700 ° C, que o cemitério foi construído entre 1150 e 1000 a. C. e que as espécies vegetais utilizadas como combustível foram o amieiro, a avelã, o medronheiro, a urze branca, a urze, as leguminosas, o carvalho e o salgueiro.
Hóspedes: 2
Vista: Vista para a cidade
Tamanho: 20 m²
Tipo de cama: Cama de casal
Ar condicionado
Chá grátis
TV LCD
Frigorífico
Quarto para não fumadores
Roupão
Cofre
Chinelos
Wi-Fi
Piso de madeira
Animais de estimação não são permitidos.